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Guilherme Abreu Loureiro participa em mesa redonda sobre Investimentos em Arte em Tempo de Crise

 

Guilherme Abreu Loureiro, sócio da LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles, participou no passado dia 28 de Março, como orador, na mesa redonda Investimentos em Arte em Tempo de Crise, promovida pela Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa.

Perante uma assistência que contou com cerca de 80 pessoas, entre antiquários, coleccionadores e interessados em geral, trocaram-se impressões sobre o mercado da arte na actualidade. Como começar uma colecção, saber se existe uma receita para investir de forma segura, averiguar se as boas colecções de arte foram constituídas em tempos de crise e pós-guerra, foram algumas das questões às quais o painel de conferencistas procurou dar resposta.

Para além de Guilherme Abreu Loureiro, intervieram Luís Castelo Lopes, do Palácio do Correio Velho – Leilões e Antiguidades, Álvaro Roquette, da AR-PAB Antiguidades, e Zambeze Almeida, da Antiks Design.

No final da sessão, e depois de um período de debate com a assistência onde se colocaram questões sobre a valorização de determinados pintores, os critérios para coleccionar, entre outras, o sócio da LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles prestou algumas declarações à Antena 1.

 

estudo sobre a representacao heraldica da insignia da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalem

A representação da insígnia da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém na heráldica dos seus membros é o título do mais recente estudo de Lourenço Correia de Matos, sócio da LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles e cerimoniário-leigo adjunto da Lugar-Tenência de Portugal da mesma Ordem.

Neste breve trabalho publicado no número 6 da Revista Lusófona de Genealogia e Heráldica, edição do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto, o autor, tomando como ponto de partida o disposto no II Apêndice à Constituição da referida Ordem, descreve o modo como deve ser usada a respectiva insígnia – a pentacruz de Jerusalém – consoante o grau do seu detentor e o contexto heráldico da sua aplicação. Apresentam-se diversos exemplos que, todavia, não raras vezes escapam aos preceitos normativos.

São também traçadas algumas comparações com os usos da Ordem Soberana e Militar de Malta, da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real das Duas-Sicílias, e da Ordem de São Maurício e São Lázaro, da Casa Real de Sabóia.