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parecer heraldico sobre Pano de Armar dos seculos XVIXVII

 

Um Pano de Armar dos séculos XVI/XVII, proveniente da Índia, foi objecto de um parecer heráldico elaborado por Lourenço Correia de Matos, sócio da LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles, que nele identificou a presença das armas dos Chaves, dos Palhares e dos Teixeiras, a que acresce um quarto brasão cuja família não foi possível nomear, podendo tratar-se, pela sua composição em esquartelado (o campo dividido em quarto partes), de uma combinação de armas de diferentes estirpes.

O Pano apresenta ao centro uma reserva quadrada com a “Árvore de Jessé”, acompanhada de quatro reservas de menores dimensões decoradas com “Anjos” e de outras quatro reservas maiores onde figuram os referidos escudos de armas, todos eles encimados por elmos, com os seus viróis e paquifes, e respectivos timbres. O conjunto é circundado por uma bordadura com figuras dos Reis de Israel.

Tendo a dimensão de 175 x 97,5 cm, este bonito objecto de arte, de estilo Lusíada, figurou na exposição «Cumpriu-se o Mar» - A Arte na Rota do Oriente, integrada na XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura do Conselho da Europa, núcleo do Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, 1983, encontrando-se reproduzido no respectivo catálogo. Vai agora à praça no próximo leilão da Cabral Moncada Leilões, que se realiza nos dias 4 e 5 de Março de 2013, com o preço base de 25 mil euros.

 

levantamento historico-documental para actualizacao do registo de propriedade de um antigo   jazigo

Com o objectivo de habilitar uma família a proceder à actualização do registo de propriedade do seu jazigo, em Lisboa, a LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles realizou uma investigação histórica que permitiu documentar os óbitos de cerca de vinte pessoas, aproximadamente desde 1880, e obter cópia de todos os testamentos que haviam sido lavrados.

Com esta documentação, toda emitida sob a forma de certidões, torna-se possível estabelecer o percurso das sucessivas heranças desde os últimos proprietários registados até aos actuais titulares, cobrindo três gerações da família, que deste modo poderão agora actualizar o jazigo para o seu nome.